Na exposição
individual da série Mater’s no MASC, Museu de Arte de SC com a curadoria
de João Evangelista de Andrade Filho (in memorian) Florianópolis SC, 2009.
Na exposição
individual da série Mater’s no MASC, Museu de Arte de SC com a curadoria
de João Evangelista de Andrade Filho (in memorian) Florianópolis SC, 2009.
Maria Selenir – Sela. Moema. Escultura,
cerâmica terracota, 15,5 x 58 x 27 cm, Brasília, 2026.
Esta Moema não está morta, ela usa um cocar, que
é uma distinção, que marca a verticalidade do gesto ascendente, como o pico de
uma montanha mais alta de uma cordilheira. Ela é uma mulher despertando de algum
sonho, de um repouso nesta linda terra, pronta a se levantar, possivelmente
grávida, gestando sonhos de mulher ou de nação agora independente e ativa.
Maria Selenir – Sela. Pequenas Montanhas. Detalhe de instalação, aproximadamente 2.000 peças. Cerâmica, técnicas variadas. Florianópolis SC, 2006.
Mater’s Montanha-Assim na terra como no céu, carvão, pó de mármore, pó de conchas, limalha de ferro, bronze, alumínio, areia, cinza, pólen de flor, pintura s/painel, 120 x 100 cm, 2025; é uma pintura matérica criada a partir da terra. E assim como tem base estabelecida na matéria, ela se dirige ao céu e indica o caminho e como uma flecha, aponta para o alto. Os materiais diversos usados lembram a própria composição das montanhas em geral e a beleza da variedade cromática dos elementos naturais. O pó de mármore faz alusão ao poder aquisitivo e também ao material de sepulturas, ou seja à efemeridade e transitoriedade da vida e ao eterno retorno (ELIADE, 2001) da matéria ao elemento terra. O subtítulo Assim na terra como no céu - primeiramente fala que montanha e humano estão estabelecidos no solo e ao mesmo tempo já estão vivendo no céu atmosférico/científico, céu este que imageticamente é o mesmo espaço celestial que as religiões, na sua grande maioria, trataram de afastar das pessoas, bem como proibir sua presença nele.
As duas manchas mais claras que partem da base fazendo parte do corpo da montanha e se dirigindo ao topo do quadro lembram a uma flecha apontada para cima. Segundo Gilbert Durand (1992), filósofo do imaginário e da arquetipologia, a imagem da flecha é símbolo de transcendência por excelência.Livro de poemas do querido Paco Manhães foi publicado na Argentina e em 3 de setembro foi o lançamento no Brasil, no Instituto Cervantes Rio de Janeiro
Uma linda homenagem ao saudoso Paco! Participo com a ilustração! Parabéns e muito grata Rodrigo Labriola, Flavia Regina Dorneles Ramos e Julieta Boedo!Exposição Matéria Decodificada, na Galeria Mezanino do Espaço Piloto UnB Brasília-DF
Maria Selenir – Sela.
Contemplar-cálice, acrílica e tintas de terra sobre canvas, 143 x 355 cm, Brasília, 2025.
Participo com pintura de Ipê-Roxo! Exposição no Centro de visitantes do JBB Jardim Botânico de Brasília !
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