sexta-feira, 3 de abril de 2026

Individual no MASC Museu de Arte de SC, Florianópolis, 2009

 

Na exposição individual da série Mater’s no MASC, Museu de Arte de SC com a curadoria de João Evangelista de Andrade Filho (in memorian) Florianópolis SC, 2009.






Moema

 

Maria Selenir – Sela. Moema. Escultura, cerâmica terracota, 15,5 x 58 x 27 cm, Brasília, 2026.

Esta Moema não está morta, ela usa um cocar, que é uma distinção, que marca a verticalidade do gesto ascendente, como o pico de uma montanha mais alta de uma cordilheira. Ela é uma mulher despertando de algum sonho, de um repouso nesta linda terra, pronta a se levantar, possivelmente grávida, gestando sonhos de mulher ou de nação agora independente e ativa.





Pequenas montanhas

 

Maria Selenir – Sela. Pequenas Montanhas. Detalhe de instalação, aproximadamente 2.000 peças. Cerâmica, técnicas variadas. Florianópolis SC, 2006.







terça-feira, 24 de fevereiro de 2026

Mater’s Montanha-Assim na terra como no céu

 Mater’s Montanha-Assim na terra como no céu, carvão, pó de mármore, pó de conchas, limalha de ferro, bronze, alumínio, areia, cinza, pólen de flor, pintura s/painel, 120 x 100 cm, 2025; é uma pintura matérica criada a partir da terra. E assim como tem base estabelecida na matéria, ela se dirige ao céu e indica o caminho e como uma flecha, aponta para o alto. Os materiais diversos usados lembram a própria composição das montanhas em geral e a beleza da variedade cromática dos elementos naturais. O pó de mármore faz alusão ao poder aquisitivo e também ao material de sepulturas, ou seja à efemeridade e transitoriedade da vida e ao eterno retorno (ELIADE, 2001) da matéria ao elemento terra. O subtítulo Assim na terra como no céu - primeiramente fala que montanha e humano estão estabelecidos no solo e ao mesmo tempo já estão vivendo no céu atmosférico/científico, céu este que imageticamente é o mesmo espaço celestial que as religiões, na sua grande maioria, trataram de afastar das pessoas, bem como proibir sua presença nele.

As duas manchas mais claras que partem da base fazendo parte do corpo da montanha e se dirigindo ao topo do quadro lembram a uma flecha apontada para cima. Segundo Gilbert Durand (1992), filósofo do imaginário e da arquetipologia, a imagem da flecha é símbolo de transcendência por excelência.
#arte #pintura #pinturacontemporanea #artematerica #ArteGestual #terra #pinturadeterra #selatintasdeterra #galeriadearte


Ilustração do tigre em publicação de livro de poemas de Paco Manhães

 Livro de poemas do querido Paco Manhães foi publicado na Argentina e em 3 de setembro foi o lançamento no Brasil, no Instituto Cervantes Rio de Janeiro

Uma linda homenagem ao saudoso Paco! Participo com a ilustração! Parabéns e muito grata Rodrigo Labriola, Flavia Regina Dorneles Ramos e Julieta Boedo!
#ilustração #PacoManhães #poemas #poesia #tigre #livro



Exposição na Galeria Espaço Piloto - PPGAV Programa de pós-graduação em Artes visuais 2025

 Exposição Matéria Decodificada, na Galeria Mezanino do Espaço Piloto UnB Brasília-DF


Matéria Decodificada é um projeto expositivo que surge das investigações conduzidas na disciplina Tópicos Especiais em Tecnologia, do Programa de Pós Graduação em Artes Visuais da UnB. Matéria, tecnologia e arte se entrelaçam em um campo de experimentações que deslocam a tecnologia para além do circuito eletrônico e a tomam como gesto, técnica, código e forma de relação com o mundo. Etimologicamente, “arte” vem do latim ars, enquanto “tecnologia” se origina da palavra grega téchne. Em sua origem, ars e téchne guardam, de certo modo, uma relação de sinonímia, designando a habilidade associada ao fazer. E é entre esses fazeres artísticos que cruzam e articulam artesanias, que a cerâmica aparece como meio tecnológico catalisador, registrando o calor, o toque, o tempo e as impressões de uma memória e ação coletiva. Matéria Decodificada tem formas de um inventário tátil de códigos, gestos, materiais e procedimentos plurais e heterogêneos.
Nivalda Assunção e Tajla Medeiros


#arte #pinturacontemporânea #galeria #museu #oquefazerembrasília #selatintasdeterra #artistasdebrasília #asanorte #pinturas 


Maria Selenir – Sela. 

Contemplar-cálice, acrílica e tintas de terra sobre canvas, 143 x 355 cm, Brasília, 2025.


Almoço com as artistas participantes da exposição Cerrado vivo! 2024

 Participo com pintura de Ipê-Roxo! Exposição no Centro de visitantes do JBB Jardim Botânico de Brasília !

#artivismoambiental #ipês #ipêroxo #arte #pintura #Exposicao #jardimbotânicodebrasília #brasilia #ipêsdebrasilia #asanortedf
Com @acavdf Associação Candanga de Artistas Visuais
@jardimbotanicodebrasilia