domingo, 29 de abril de 2018

Curriculum


Curriculum

2017

  • Paint cooperativ whit natural pigments 1,60cm x 500cm – FICOO Festival International of Cooperation 2017 in UFSC University. Florianópolis BR.

2015

  • SAV Salão of Visual Arts in Vinhedo and catalogue, S. Paulo

2014

  • Individual exhibition at MAB - Museu de Arte de Blumenau, SC

2013

  • Individual exhibition at Cultural of Indaial, SC

2011

  • Individual exhibition at MECA - Museu Etnográfico Casa dos Açores -, Biguaçu, SC
  • Workshop with Leda Catunda, at Museu Victor Meirelles

2010

  • Individual exhibition at MAB - Museu de Arte de Blumenau
  • MESC Faed Museum - presentation of the research 'Natural Pigments '
  • II UFSC University Indian Exhibition - Natural Pigments
  • Mural Margen (joint Margin Mural) - México city.

2009

  • Individual Exhibition at MASC - Museu de Arte de Santa Catarina, Florianópolis

2008

  • MASC - 'Collection Moments' Joint Exhibition
  • She took her Arts degree at UDESC - (Santa Catarina State University).
  • Fundação Edson Queiroz collection - Fortaleza University

2007

  • Triângulo Biennial Art Gallery (Uberlândia, Minas Gerais)
  • MASC collection: Mater's Chiao
  • Salão XIV Unifor Plástica 2007 Fortaleza - CE
  • MASC, Florianópolis: joint exhibition, painting and ceramics.
  • Artists Tiles Ceramics Project - Monterrey, México.
  • UTP Salão de Artes Visuais 2007 (2007 UTP Visual Arts Picture Gallery), Curitiba.
  • Fivars Galleries Catalog (Alicante, Spain)
  • III Bienal Internacional del Mosaico Contemporâneo - Buenos Aires, Argentina (Contemporary Moisaic International Biennial).

2006

  • Draw - Drawing II joint exhibition, London, England.
  • Under the Skin, international painting project, Bonn, Germany.

2005

  • Centro de Artes, UDESC - Winter Festival. Powder painting  (Ø 7 m).
  • Catalog of the 7th Elke Hering Contemporary Visual Arts, Blumenau Art Museum, Santa Catarina.

2001

  • ACAP, at the Galeria de Arte Meyer Filho, in the Legislative Assembly of Santa Catarina.

2000

  • Statement of Honor by the SBBA, Rio de Janeiro.

1998

  • II SACAP, Cambuquira, MG. Brasil.
selaarts.blogspot.com
www.selapintura.com






Em Português:

Individuais

          ·      2019-Registro e Lançamento comercial das tintas Sela Tintas de terra na livraria Letraria Florianópolis SC.
·        2019-Seja água 70% Floripa Conecta SC
·      2016-Mater’s, 2014, 2011 - curadoria Mia Avila, MAB Museu de Arte de Blumenau, Blumenau/SC
·        2013-Mater’s, Fundação Cultural de Indaial, Indaial/SC
·        2011-Mater’s, curadoria Valério Carioni, Museu Casa dos Açores, Biguaçú/SC
·        2010-Pigmentos naturais-Apresentação, MESC Museu da Escola Catarinense, Florianópolis/SC
·        2009-Mater’s, curadoria João Evangelista de Andrade Filho, MASC Museu de Arte de Santa Catarina, Florianópolis/SC

Coletivas
·        2017- A Pele e catálogo MASC Museu de Arte de SC
·    2010-Mural Margen, mural em San Jerónimo No 40, Ciudad de México/MX
·        2008-Momentos do Acervo, Museu de Arte de Santa Catarina, Florianópolis/SC
·        2007- Under the skin, curadoria Uwe Battenberg, Alanus University of Art and Social Science Alfter/Bonn/Alemanha
·        2007-Placas de artistas, Colégio de arquitectos, Monterrey/México
·        2007-Bienal do Triângulo e Catálogo, curadoria Mauro Antônio do Nascimento, UFU Universidade Federal de Uberlândia Uberlândia/MG
·        2007-De dentro pra fora, MASC Museu de Arte de Santa Catarina, Florianópolis/SC
·        2006-Fivars 2006, Exposição e Catálogo Galerias Fivars Alicante/Espanha




Salões
·        2015-SAV Salão de Artes Visuais de Vinhedo e catálogo, SP
·        2005-VII Salão Elke Hering e Catálogo, MAB Museu de Arte de Blumenau, Blumenau/SC
·        1998-II Sacap Salão Cambuquirense de Artes Plásticas, Salão da câmara de vereadores, Cambuquira/MG


·        Estudou pintura com os artista/arte-educadores Antônio Vargas Sant’Anna na UDESC em 2006 e 2007; com Uwe Batemberg na UDESC em 2006 e oficinas com Leda Catunda no Museu Victor Meirelles SC em 2011, com Pita Camargo e Gleber Pieniz no MASC em 2014.
·        Monografia sobre a série Mater’s  no curso de Arte plásticas  da UDESC Universidade do Estado de Santa Catarina 2008
·        Desenvolve a pintura desde os cinco anos de idade.


Obras em Acervo
MASC, Museu de Arte de Santa Catarina 2008 Florianópolis /SC
Museo Internacional de Cerámica Contemporánea, Buenos Aires/AR
Universidade Tuiuti do Paraná, Curitiba /PR
Fundação Edson Queiroz, Fortaleza/CE
Colegio de Arquitectos de Nuevo León, A.C, Monterrey/MX


 
Catálogos
Salão Elke Hering 2005 Blumenau SC
Galerias Fivars 2006 Alicante ES
Bienal do Triângulo 2007 Uberlândia MG
III Bienal Internacional del Mosaico contemporáneo Museo Int. de cer. Cont. B.Aires AR
Under the skin 2007 com Universidade Alanus Bonn GE
SAV Salão de artes visuais de Vinhedo 2015 SP




terça-feira, 11 de abril de 2017

Araucária no MASC 2017 participação na exposição de A. Prates

Araucária no MASC

araucária angustifolia - curi - pinheiro do paraná - pintura com terras
Aos 5, 6 anos de idade descobri sozinha que podia pintar com terra. Mais tarde, na universidade, escrevi a monografia sobre minha pintura com terra orientada por Antonio Vargas.  Esta é a quarta vez que exponho no Museu de Arte de SC; em 2008 fiz uma individual a convite de João Evangelista de Andrade Filho, então administrador do MASC. Assim que Albertina me chamou pra participar de sua exposição com uma árvore (sem folhas), me veio de imediato a araucária, claro, árvore da minha infância, pinhão assado, pinhão cozido, pinhão sapecado, pinheirinho de Natal! 





Essa espécie teve origem 200 milhões de anos atrás, e hoje, mesmo que a ciência não tenha concluído os estudos sobre ela, já está em Perigo Crítico de Extinção! Árvore mestra na pajelança indígena, presença importante na cosmogonia guarani, alimentou os colonos no oeste no séc. XIX, e lhes proporcionou riqueza com a indústria moveleira e de papel. O seu valor para o meio ambiente é enorme porque ela forma um sub-bosque com a sua sombra e atrai pássaros dispersores de sementes que promovem o crescimento de outras espécies no local, facilitando a regeneração de florestas degradadas. Dessa cooperação mútua também depende a preservação mútua: as gralhas e os papagaios também estão em Perigo Crítico de Extinção!  Em Antonio Prado há um lote de casas construídas com sua madeira que foi tombado como patrimônio pelo IPHAN. Suas folhas, pinhão e cascas têm uso medicinal, óleos, terebentina, breu, acetona, vernizes... A espécie é autóctone da região sul e o meu olhar afetivo traz para este Museu a sua imagem para promover o sentido de tempo presente e evidenciar como tem sido nossa relação com o meio ambiente a que pertencemos.

segunda-feira, 2 de janeiro de 2017

A serpente serve a taça

Vendido. A serpente serve a taça - acrílica, collage, fibras naturais s/ tela 134 x 84cm
"... num dos casos a valorização (do Regime noturno das imagens de Gilbert Durand) é fundamental e inverte o conteúdo afetivo das imagens: é então que no seio da própria noite, o espírito procura a luz e a queda se eufemiza em descida e o abismo minimiza-se em taça..." E para mentor da primeira descida da mulher, em particular nessa pintura, apresentou-se a serpente.E " Novalis insiste muitas vezes nesta ideia de que "toda descida dentro de si é ao mesmo tempo assunção para a realidade exterior" Gilbert Durand

quinta-feira, 13 de outubro de 2016

O presente sagrado

A sacralidade é o sentido da existência, me interessa, busco e a encontro no dado natural em que o protagonismo nunca foi humano, muito menos de uma sociedade por que o protagonismo genuíno é espontâneo. E ando correndo atrás dessa estética dos instantesl. E Mircea Eliade defende o potencial sagrado do aqui e agora, da majestade do mundo.:
"Mas é sobretudo a valorização religiosa do presente que importa destacar. O simples fato de existir, de viver no tempo, pode encerrar uma dimensão religiosa. Ela nem sempre é evidente, já que a sacralidade está de certa forma 'camuflada' no imediato, no 'natural' e no quotidiano. A 'alegria de viver' descoberta pelos gregos não é um gozo de tipo profano: ela revela a satisfação de existir, de participar - mesmo de maneira fugidia - da espontaneidade da vida e da majestade do mundo. Como tantos outros antes e depois deles, os gregos aprenderam que o meio mais seguro de escapar do tempo é explorar as riquezas, à primeira vista insuspeitáveis, do instante vivido.
 A sacralização da finitude humana e da 'vulgaridade' de uma existência 'comum' constitui um fenômeno relativamente frequente na história das religiões. Mas foi sobretudo na China e no Japão do primeiro milênio da nossa era que a sacralização dos 'limites' e das 'circunstâncias' - qualquer que tenha sido sua natureza - alcançou a excelência e influenciou profundamente as culturas respectivas. Tal como na Grécia Antiga, essa transmutação do 'dado natural' também se traduziu pela emergência de uma estética particular". Mircea Eliade - História das crenças e das ideias religiosas I. 

segunda-feira, 12 de setembro de 2016

Natural bichos e plantas para saudar a primavera


O paraíso é terreno, disse Miquel Barcelò. A pintura que se relaciona com o mundo, com a natureza -o uso de terras na técnica denota a valorização da expressividade e potencial do elemento terra, a materialidade. Meu gesto reafirma o vínculo com ela, o ser que nos gerou, acolheu e ainda nutre.
Evoé primavera! Evoé Dioniso!